FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
" ... Enquanto necessidade ontológica a esperança precisa de prática para tornar-se concretude histórica. É por isso que não há esperança na pura espera, nem tampouco se alcança o que se espera na espera pura, que vira, assim, espera vã ..." p. 11
V.L. Pensar na juventude e nos preconceitos que a remetem é ir muito mais além do que uma simples reflexão, é tentar construir de uma forma prática, concreta caminhos que possibilitem a expressão desses jovens. Assim, ter esperança é um dos primeiros passos para se construir oportunidades melhores mas, de nada nos adianta se não utilizarmos nossas "armas" em prol de algo positivo.
Podemos dizer que não existe teoria sem prática e vice - versa ou seja, saber dos problemas sociais que envolvem o jovem da Baixada mesmo sendo isso de grande valia, não se torna o principal caminho para uma possível transformação é necessário, ir até esse jovem, querer encontrá-lo, saber de suas preocupações e sonhos.
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