LOPES, Roseli Esquerdo et al. Juventude pobre, violência e cidadania. Saude soc., Set 2008, vol.17, no.3, p.63-76. ISSN 0104-1290
Assim, as ações existentes se tornam insuficientes, inadequadas ou ineficazes para, de fato, atender a essa população como sujeitos de direitos. Os projetos, em sua grande maioria, embora tenham vinculação com o poder público, são pontuais, dependem de financiamentos volantes e são ausentes os planejamentos em longo prazo. (RUA apud LOPES, R. E. 2008, p. 6)
V.L. As inúmeras falas espalhadas pelo nosso cotidiano afora estruturam a juventude como rebelde, improdutiva acentuando assim, a negatividade, a descrença para com a mesma. Pois bem, sabendo de tudo isso e ressaltando a dicotomia apresentada, percebemos que se idealiza um tipo de jovem, mas, não há soluções realmente eficazes que facilitem o crescimento e aprimoramento em seu meio social. Chegamos aqui, aos pilares que sustentam o nosso mundo, muita teoria para pouca prática.
Destaques de textos que abordam as diferentes temáticas afrobrasileiras e são comentados pelos membros do grupo de pesquisa Desafios Contextuais e Subjetividade, integrado ao Laboratório de Estudos Afrobrasileiros (LEAFRO/NEABi/UFRRJ); cujo objetivo refere-se à criação de um banco de referências bibliográficas a serem utilizadas em estudos nesta área.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
juventude
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido, 17ª. Ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
... A prática da liberdade só encontrará adequada expressão numa pedagogia em que oprimido tenha condições de, reflexivamente, descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica... (FIORI, E.M. apud FREIRE, 1987, p.9)
V.L. Chega a ser um ato covarde perceber que a juventude é rotulada por todos os lados e o que mais surpreende, a escola sendo o lugar onde a criticidade, a independência dos alunos deveriam ser desenvolvidas, se torna simplesmente uma cópia exata de tudo que é reproduzido no meio social. Não se tem como fugir das nuances que constituem a nossa sociedade, mas, fazer diferente e enaltecer a autonomia dos jovens, respeitá-los e torna-los atores sociais é um dever e comprometimento que a Instituição deveria perpetuar e respeitar.
... A prática da liberdade só encontrará adequada expressão numa pedagogia em que oprimido tenha condições de, reflexivamente, descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica... (FIORI, E.M. apud FREIRE, 1987, p.9)
V.L. Chega a ser um ato covarde perceber que a juventude é rotulada por todos os lados e o que mais surpreende, a escola sendo o lugar onde a criticidade, a independência dos alunos deveriam ser desenvolvidas, se torna simplesmente uma cópia exata de tudo que é reproduzido no meio social. Não se tem como fugir das nuances que constituem a nossa sociedade, mas, fazer diferente e enaltecer a autonomia dos jovens, respeitá-los e torna-los atores sociais é um dever e comprometimento que a Instituição deveria perpetuar e respeitar.
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