terça-feira, 27 de janeiro de 2009

juventude

LOPES, Roseli Esquerdo et al. Juventude pobre, violência e cidadania. Saude soc., Set 2008, vol.17, no.3, p.63-76. ISSN 0104-1290

Assim, as ações existentes se tornam insuficientes, inadequadas ou ineficazes para, de fato, atender a essa população como sujeitos de direitos. Os projetos, em sua grande maioria, embora tenham vinculação com o poder público, são pontuais, dependem de financiamentos volantes e são ausentes os planejamentos em longo prazo. (RUA apud LOPES, R. E. 2008, p. 6)


V.L. As inúmeras falas espalhadas pelo nosso cotidiano afora estruturam a juventude como rebelde, improdutiva acentuando assim, a negatividade, a descrença para com a mesma. Pois bem, sabendo de tudo isso e ressaltando a dicotomia apresentada, percebemos que se idealiza um tipo de jovem, mas, não há soluções realmente eficazes que facilitem o crescimento e aprimoramento em seu meio social. Chegamos aqui, aos pilares que sustentam o nosso mundo, muita teoria para pouca prática.

Nenhum comentário: