MINAYO, M. C. S. et al. Fala galera: juventude, violência e cidadania na Cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Garamond, 1999
" ... Cabe dizer que pensar o jovem, nos dias de hoje, implica tornar relevantes seus espaços, suas idéias e práticas. Implica sobretudo considerá-los como atores com os quais é possível e necessário estabelecer uma relação entre diálogos, construindo espaços que permitam e favoreçam a formulação de soluções aos seus problemas - que, em última instância, são também os nossos problemas, são questões de toda a sociedade." p. 8
V.L Toda essa idéia negativa construída sobre o jovem deste a décadas atrás, nos parece cada vez mais um pouco defasada. Mesmo que, essas idéias ainda persistem em nossa sociedade, percebemos a cada instante, a cada pesquisa realizada sobre o jovem, um outro olhar sobre a importância do mesmo em expor seu conteúdo. Visto que, o jovem é a continuidade de caminhos futuros.
" ... As várias formas de violência estão arraigadas não só nas relações interpessoais, mas também nas intituições sociais (família, escola, meios de comunicação, organizações), e até mesmo nos diferentes grupos de jovens que se aglutinam em função de características semelhantes, em que reproduzem e rearfirmam a discriminação e solidariedade." p. 14
V.L A sociedade ao longo de muitos anos vem construindo uma imagem negativa sobre a Baixada. Imagem está, que está vinculada a violência do local e de seus moradores. Mas será que a sociedade também não está desenvolvendo uma certa violência, ao estigimatizar o lugar e seus habitantes dele? Quando não possuímos uma criticidade e nos tornamos sujeitos alienados, entramos, num único caminho um único olhar.
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